quarta-feira, maio 22

Estudando a cura

”Unificar fortalece, uniformizar empobrece”.

Estudando a cura:

Vejamos Allan Kardec, em A Gênese: A cura se opera mediante a substituição de uma molécula malsã por uma molécula sã. O poder curativo está, pois, na razão direta da pureza da substância inoculada; mas, depende também da energia da vontade que, quanto maior for, mais abundante emissão fluídica provocará e tanto maior força de penetração dará ao fluido. Depende ainda das intenções daquele que deseja realizar a cura, seja homem ou Espírito.
O princípio é sempre o mesmo: o fluido, a desempenhar o papel de agente terapêutico e cujo efeito se acha subordinado à sua qualidade e a circunstâncias especiais. (Kardec, A Gênese).

O médico Antônio J. Freire nos indica o processo de substituição das moléculas malsãs pelas sãs:
o corpo vital está em íntima relação fisiológica e patológica com o corpo físico.

Todas as doenças produzem repercussão no corpo vital; as perturbações na aura da saúde são comprobativas.
É no corpo vital detentor, transformador e emissor da vitalidade solar que existe o laboratório produtor do biomagnetismo, cujo poder curativo dos seus eflúvios para grande número de doenças é, por vezes, extraordinário, tomando a aparência de milagre. (Essa é a ótica de um estudioso do magnetismo).

Muitos pesquisadores como Sherman, Ostrander, Schoereder, Inyushin, Chekorov têm-se dedicado ao estudo das potencialidades biomagnéticas de cura. O Espiritismo, no entanto, muito antes desses respeitáveis cientistas, já havia informado que as matrizes das doenças estão no Espírito e que a energia da vontade atua sobre os fluidos (nome que designa um elemento semi-material, no contexto Kardequiano e que a Ciência poderá chamar de diferentes formas).

Muito antes de Cristo já pensava Platão o que havia aprendido com Sócrates: Se a cabeça e o corpo devem andar bem, deveis começar por curar a alma; esta é a primeira coisa (o) O grande erro de nossa época no tratamento do corpo humano é que os médicos separam a alma do corpo (Platão, apud Melo). Época de Platão !

Enfim, atualmente existem pesquisas científicas e constatações filosóficas que reconhecem a existência do biomagnetismo humano, como energia com potenciais ainda não totalmente esclarecidos, apontando a atuação sobre a saúde integral, como um de seus recursos.

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